Em Janeiro de 2006 tinham apenas passado dois anos desde a fundação mas, apesar de pouco se ter ainda visto publicamente, muito trabalho se havia realizado, reunindo semanalmente aos sábados de manhã e trabalhando sempre que a disponibilidade de tempo o permitia. Foi pois merecido o almoço de comemoração no Porto, depois de uma frustrada visita à Biblioteca Pública Municipal já que a sala de leitura geral estava então sempre fechada aos sábados. O GEPPAV pediu então o Livro de Reclamações e quem sabe se essa acção de justo protesto não acabaria por contribuir para a efectiva mudança de horários que pouco depois se operou naquela instituição, passando a também abrir essa sala aos sábados!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Exposição GEPPAV, Novembro 2005
Em Novembro de 2005, aproveitando a passagem dos 70 anos do CIRV, o GEPPAV dinamizou na sede da associação um encontro com alguns dos sócios mais antigos, ali patenteando uma pequena exposição sobre a sua actividade (então com menos de dois anos) que depois percorreria diversos locais da freguesia (Igreja, cafés, mercearias) procurando sensibilizar os vilarmourenses para a importância de contribuírem com a prestação de depoimentos e a cedência de documentos para digitalização, ajudando a construir e a preservar a história de Vilar de Mouros.
Depoimento de João Laerte, Novembro 2005
Um dos mais importantes depoimentos que contribuiriam quatro anos depois para a edição do caderno "Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses", e aí em grande parte transcrito, foi o do Sr.João Laerte Fife, recolhido em sua casa em Novembro de 2005.
Inventariação do património, Outubro 2005
Uma das tarefas que o GEPPAV tem levado a cabo desde o início é a sistemática inventariação do património da freguesia, um empreendimento que começou com o património religioso (cruzeiros, alminhas) e tem prosseguido desde então alargado a outros elementos patrimoniais.
Alerta sobre as obras das AML, Setembro 2005
Não descurando a atenção relativamente à defesa do património natural da freguesia, o GEPPAV fez em Setembro de 2005 um público alerta sobre as obras que a empresa Águas do Minho e Lima estavam a levar a cabo na zona das Azenhas. Conjugando esforços com a Junta de Freguesia, foi possível desde então minimizar alguns (não todos infelizmente) dos impactos negativos de uma obra pública que se veio a revelar mal planeada e pior executada e que, por incrível que pareça, ainda não está terminada neste início de 2010! Comunicado GEPPAV sobre obra AML
Depoimento de João Azevedo, Fevereiro 2005 / Abril 2008
Em Fevereiro de 2005, o GEPPAV registou o primeiro depoimento do Sr.João Azevedo — muito centrado na história do CIRV —, completando o seu importante testemunho com uma entrevista de fundo em Abril de 2008, transcrita em grande parte no caderno "Dos Caiadores...".
Denúncia da destruição dos Moinhos do Viso, Fevereiro 2005
Um dos objectivos prosseguidos pelo GEPPAV desde o seu aparecimento, para além do estudo e da divulgação da história de Vilar de Mouros, é a defesa e preservação do património da freguesia. Foi esse o propósito que nos moveu em Fevereiro de 2005 quando denunciámos publicamente com um comunicado a destruição iminente do conjunto patrimonial dos Moinhos do Viso, um valioso conjunto de doze engenhos que, encosta abaixo do monte da Gávea, esteve em funcionamento até aos anos trinta do século XX após o que entrou em progressiva ruína. Infelizmente, os interesses da construtora da auto-estrada e a ausência de apoio por parte das autoridades municipais, provocaram a perda irreparável daquele que poderia ser hoje um dos principais motivos de atracção da freguesia e do concelho de Caminha. Comunicado GEPPAV Moinhos do Viso
Depoimento de António Neves, Fevereiro 2005
O depoimento (e a recolha de documentos) do Sr.António Pereira Neves, com quem o GEPPAV conversou em Fevereiro de 2005, foi muito centrado na história do CIRV, associação a que o nosso entrevistado esteve ligado desde muito jovem na esteira do seu pai, um dos fundadores da associação.
Depoimento de Abel Ranhada, Outubro 2004
O Sr. Abel Ranhada recebeu em sua casa o GEPPAV em Outubro de 2004, daí resultando um interessante depoimento que, infelizmente, foi afectado por alguns problemas na recolha do som, perdendo-se alguma informação recolhida.
Depoimento e diário de Armando Pontes, Outubro 2004
Na ocasião de uma conversa em sua casa com o Sr.Armando Pontes, o GEPPAV foi surpreendido por um seu Diário com registos de acontecimentos da freguesia e do concelho desde os anos trinta do século XX, um raro testemunho escrito que nos foi de imediato disponibilizado, justificando os nossos profundos agradecimentos.
Depoimento de Manuel Ranhada, Maio 2004
Também o Sr. Manuel Ranhada, a cuja memória também prestamos homenagem, faleceu recentemente. Contudo, não se perdeu o seu testemunho de vida, recolhido pelo GEPPAV em Maio de 2004, particularmente valioso sobre os costumes e as vivências da agricultura e da prática religiosa.
Depoimento de Joaquim Gonçalves "Passarinho", Abril 2004
O GEPPAV entrevistou o Sr.Joaquim Gonçalves, por alcunha familiar "Passarinho", em Abril de 2004. Grande parte desse depoimento foi publicado no caderno "Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses", evidenciando a riqueza e a vivacidade do seu testemunho, ainda mais precioso depois do seu recente falecimento.
Depoimento de Joaquim Penedo, Março 2004
A conversa com o Sr. Joaquim Penedo decorreu na residência da família em Março de 2004, sempre pontuada pelo boa disposição que caracterizava este vilarmourense, entretanto falecido, a cuja memória prestamos também homenagem.
Depoimento de Alexandrina Fife, Fevereiro 2004
Prestamos igualmente homenagem à memória da D.Alexandrina Fife, entretanto falecida, cuja família tão amavelmente recebeu em sua casa o GEPPAV em Fevereiro de 2004 quando ali fomos recolher o seu depoimento.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Depoimento de Maria Emília Gonçalves, Janeiro 2004
A primeira preocupação do GEPPAV, logo após a sua fundação, foi a de recolher depoimentos orais (e documentos) dos habitantes mais idosos da freguesia, conscientes da importância da preservação para o futuro da história daqueles que, pela sua idade, presenciaram acontecimentos esquecidos e passaram por vivências hoje abandonadas. Aqui fica o registo da entrevista na residência da família Barrocas com a D.Maria Emília Gonçalves, entretanto falecida, e a cuja memória prestamos homenagem.
Sala GEPPAV na sede do CIRV
Como grupo autónomo e integrante do CIRV, o GEPPAV contou desde a sua formação com o apoio da direcção — que se tem prolongado no tempo, apesar das mudanças entretanto operadas no seu elenco —, consubstanciada com a cedência de uma necessária sala de reunião e trabalho na sede da associação, vantagem que se tem mantido desde então.
Pré-História do GEPPAV
Iniciamos agora uma série de registos fotográficos e documentais que ilustram os principais passos dados pelo GEPPAV desde a sua fundação em Janeiro de 2004. Esta mensagem diz mesmo respeito à pré-história do grupo, com imagens de dois acontecimentos que originaram a sua criação: em Outubro de 2003, a manifestação de contestação ao traçado de uma auto-estrada que veio esventrar o entorno natural da freguesia, alertando-nos para um rico património cultural e histórico em sérios riscos de se perder antes de ser estudado; em Novembro do mesmo ano, a exposição de homenagem ao arquitecto José Porto (1883-1965), que fez perceber pelo seu êxito que se podia, com trabalho e rigor, produzir localmente conhecimento científico nacional que honrasse e resgatasse do esquecimento a memória do trabalho e da vida das gerações passadas de uma freguesia alto-minhota, Vilar de Mouros.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Sexto aniversário do GEPPAV
Os membros do GEPPAV comemoraram o 6º aniversário da constituição do grupo com uma visita a Valença e Tui. Na primeira, tiveram a oportunidade de percorrer a exposição “A Via Férrea em Valença e a Travessia do Rio Minho – séc. XIX” no núcleo museológico valenciano e, como não podia deixar de ser, a exposição de esculturas em ferro de Plácido Souto patente na Oficina de Turismo. Em Tui, depois de percorrido o casco histórico e de uma incompleta visita à magnífica Catedral (cujo portal lateral românico aparece parcialmente na imagem) foi a vez de estudar a gastronomia galega com umas saborosas tapas no "Caballo Furado". Parabéns GEPPAV!
Ainda a Exposição: registo de uma visita
A exposição Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses já encerrou há algum tempo mas apenas agora obtivemos mais um registo de imagem para a galeria dos visitantes. Trata-se de D. José Pedreira, Bispo de Viana do Castelo, acompanhado do novo pároco da freguesia, ambos honrando o GEPPAV com uma visita em dia de muito frio e chuva. O mesmo dia, aliás, em que também recebemos o Governador Civil, Pita Guerreiro — cujo apoio e incentivo, que se mantém desde a saída do caderno dos Ferreiros e Serralheiros de Vilar de Mouros, aproveitamos para publicamente agradecer.
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