Excepto para aqueles que acompanham mais de perto as nossas actividades, a maior parte do trabalho do GEPPAV não é visível de imediato, resultando apenas em trabalhos publicados anos depois de realizado. Um bom exemplo são as muitas horas passadas nos arquivos locais e regionais, pesquisando e digitalizando, através da fotografia, documentos referentes à freguesia de Vilar de Mouros. Um dos locais mais visitados é o Arquivo Distrital de Viana do Castelo onde somos sempre muito bem recebidos e melhor atendidos, como ainda no passado mês de Março aconteceu.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Depoimentos de António Fiúza e José Pereira
Os mais recentes depoimentos sobre a história do CIRV foram os de António Fiúza e José Pereira, recolhidos na sala do GEPPAV no dia 27 de Março, incidindo particularmente sobre o Almoço dos Reis — de que António Fiúza é hoje o cozinheiro principal —e a actualidade da associação, já que ambos os entrevistados fazem parte da direcção em funções.
Depoimentos de Basílio Barrocas e Carlos Alves
Na sequência das entrevistas específicas sobre a história do CIRV, no dia 20 de Março foi a vez de recolher os depoimentos de Basílio Barrocas e Carlos Alves, desde muito jovens sócios e activistas da associação e membros dos seus órgãos directivos por diversas vezes.
Depoimentos de Serafim Vau e Joaquim Gomes
Neste ano em que se comemoram os 75 anos do CIRV, preparamos a edição do Álbum de Memórias do Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense que contamos lançar em Novembro próximo. Com muito material já recolhido, estamos no presente a recolher depoimentos específicos sobre a história da associação mais representativa da freguesia de que o GEPPAV é parte integrante como secção autónoma. Nesse sentido, no passado dia 13 de Março recebemos na nossa sala Serafim Vau e Joaquim Gomes, dois dos históricos sócios e activistas do CIRV, que nos contaram as suas memórias relacionadas com o "Clube".
Maqueta de João Laerte em exposição, Março 2010
Passada a retrospectiva da acção do GEPPAV desde a sua fundação em Janeiro de 2004 até às vésperas do lançamento do estudo Dos caiadores aos estucadores e maquetistas vilarmourenses em Novembro de 2009 —momento em que abrimos este blogue — esta mensagem permite-nos retomar a actualidade recente, mesmo se com um acontecimento que decorre directamente da exposição com o mesmo nome.
No passado dia 25 de Março foi colocada em exposição permanente no átrio principal de entrada do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, a grande maqueta em gesso do mesmo hospital modelada em 1970 pelo vilarmourense João Laerte e por ele recentemente restaurada. Na singela mas significativa cerimónia, estiveram presentes o próprio maquetista, Amaro Ferreira, vogal do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Alto-Minho e Carlos Calheiros, engenheiro responsável pelas instalações da mesma instituição, para além de representantes do GEPPAV e de Basílio Barrocas, Presidente da Assembleia Geral do CIRV. A maqueta, realizada à escala 1:200 por João Laerte a partir do ante-projecto do arquitecto Raul Chorão Ramalho (1914-2002), estava depositada em mau de estado de conservação numa arrecadação do Hospital até que em Outubro passado, no âmbito da preparação da exposição Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses, regressou a Vilar de Mouros para ser restaurada pelo mesmo artista que a tinha modelado quarenta anos atrás. Inaugurado em 1983, o Hospital de Santa Luzia foi entretanto alvo de alterações e acrescentos ao longo dos anos mas manteve a traça da boa arquitectura moderna que justifica que o imóvel se encontre actualmente em vias de classificação patrimonial.
sábado, 3 de abril de 2010
Quinto aniversário do GEPPAV, Janeiro 2009
O quinto aniversário do GEPPAV foi o pretexto para uma visita ao Porto onde no Museu Nacional Soares dos Reis estava então patente uma importante exposição de estuques artísticos da extinta Oficina Baganha. Como seria previsível, à visita cultural seguiu-se a inevitável pesquisa gastronómica.
Ainda antes do final do ano de 2009, como resultado de todo este labor de pesquisa, sairia o segundo número dos Cadernos do Património Vilarmourense intitulado Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses (ver primeiras mensagens deste blogue).
Ainda antes do final do ano de 2009, como resultado de todo este labor de pesquisa, sairia o segundo número dos Cadernos do Património Vilarmourense intitulado Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses (ver primeiras mensagens deste blogue).
Apresentação do caderno dos "Ferreiros..." em Vila Praia de Âncora, Julho 2008
Um pouco diferido no tempo mas adequado ao evento, a abertura da Feira do Livro de Vila Praia de Âncora, em Julho de 2008, o GEPPAV foi convidado pela organização deste acontecimento cultural a apresentar publicamente o Ferreiros e Serralheiros de Vilar de Mouros.
Almoço proveitoso em Vila Praia de Âncora, Julho 2008
Juntando o útil ao agradável, o almoço GEPPAV do Verão 2008 realizou-se em Vila Praia de Âncora, combinando as delícias do paladar com preciosos depoimentos, por vezes bem apimentados como convinha, do maquetista ancorense Álvaro Meira e do historiador de Afife, pátria maior dos estucadores alto-minhotos, António França Amaral.
Visita ao Palácio da Brejoeira, Maio 2008
Sempre no rasto das origens mais remotas da arte do estuque vilarmourense, o GEPPAV foi em Maio de 2008 visitar o magnífico Palácio da Brejoeira, em Monção, onde terão trabalhado os irmãos Pereira em meados do século XIX.
Depoimento de João Giestal, Abril 2008
Depoimento de José Barreiros, Abril 2008
Na sequência das entrevistas a estucadores e maquetistas vilarmourenses, em Abril de 2008 fomos recolher o depoimento de José Barreiros, até ainda há pouco em actividade no restauro de estuques depois de muitos anos em Angola com o irmão Gil Barreiros, entretanto falecido.
Depoimento de Alberto Constantino, Março 2008
Editado o primeiro Caderno do Património Vilarmourense, grande parte do trabalho do GEPPAV passou a estar centrado no segundo número dedicado aos estucadores e maquetistas vilarmourenses cuja mestria até tempos recentes era conhecida, o mesmo não se podendo dizer de épocas mais recuadas, apesar da existência de estuques artísticos de qualidade na freguesia ser um bom indício. Com alguns depoimentos já recolhidos (Joaquim "Passarinho", João Azevedo, João Laerte, João Violante), era preciso recolher outros testemunhos. Foi esse o objectivo que nos levou por mais de uma vez a Cerdal (Valença), a casa de Alberto Constantino, um dos mais destacados maquetistas oriundos de Vilar de Mouros que trabalhou durante muito tempo na Bélgica, a princípio lado a lado com o irmão Valdemar.
Lançamento de "Ferreiros e Serralheiros de Vilar de Mouros", Março 2008
Culminando um longo trabalho de pesquisa documental, revisão de literatura e recolha de entrevistas — e beneficiando do apoio da Câmara Municipal de Caminha, Junta de Freguesia de Vilar de Mouros e, a posteriori, Governo Civil de Viana do Castelo — o GEPPAV logrou enfim publicar em Março de 2008 o primeiro número dos Cadernos do Património Vilarmourense intitulado Ferreiros e Serralheiros de Vilar de Mouros, cujo elogiado grafismo ficou a cargo de Carlos da Torre. Aproveitando a manhã do tradicional Almoço de Reis, a Oficina Fontes foi o local escolhido para um concorrido evento que deu a conhecer aos presentes e aos que tiveram depois acesso ao trabalho (hoje, praticamente esgotado), a grande história dos ferreiros da freguesia desde finais do século XVIII, finalmente documentada e impressa para a posteridade no preciso momento em que chegam ao fim as grandes oficinas da freguesia. A preservação da Oficina Fontes — idealmente em conjunto com a da Oficina Torres —, cujo riquíssimo espólio industrial corre o sério risco de se perder, torna-se assim uma das mais urgentes tarefas do GEPPAV, haja para isso vontade e iniciativa por parte das entidades municipais responsáveis.
Quarto aniversário do GEPPAV, Janeiro 2008
Nas vésperas da publicação do primeiro número dos Cadernos do Património Vilarmourense dedicado aos ferreiros, o GEPPAV foi comemorar o seu quarto aniversário a Ribadavia, uma bonita localidade galega que também tem no ofício dos metais uma das suas mais valias patrimoniais. Necessariamente, à visita histórica sucedeu-se mais uma pesquisa pormenorizada das indispensáveis tapas.
Defesa do património de Vilar de Mouros em comunicado, Outubro 2007
Somando-se diversas situações de desrespeito pelo património da freguesia, o GEPPAV emitiu em Outubro de 2007 um comunicado público denunciando os continuados efeitos das obras das Águas de Minho e Lima na zona das Azenhas e Calçada das Telheiras, a falta de limpeza do rio Coura, bem como o precário estado de conservação da ponte medieval de Vilar de Mouros à data (na imagem, uma fotografia de Setembro de 2007): Comunicado GEPPAV de Outubro de 2007
Depoimento de Maria Rosa Guerreiro, Setembro 2007
Outro interessante depoimento sobre aspectos diversificados da vida da freguesia ao longo do século XX — como outros, arquivado para posterior utilização e publicação — foi recolhido em Setembro de 2007 em casa da D.Maria Rosa Guerreiro, afilhada de um dos mais controversos políticos concelhios da época republicana, o Padre António Carmo Pereira.
Visita a Cossourado e Paredes de Coura, Julho 2007
Cumprindo o bom hábito de uma visita histórica no mês que antecede a interrupção de Agosto, o GEPPAV foi em Julho de 2007 visitar o povoado fortificado de Cossourado, no concelho de Paredes de Coura, outro exemplo de preservação patrimonial que faz invejar os que não têm a mesma sorte na sua terra. Desta vez fomos acompanhados pelo nosso amigo Prof. António França Amaral que, a instâncias do GEPPAV e com a pronta colaboração da Junta de Freguesia, tinha por essa altura realizado a transcrição paleográfica do Tombo das propriedades, casa e casais da igreja de Santa Eulália de Vilar de Mouros - Séc. XVI. Um dia bem passado a que não podia faltar mais uma pesquisa gastronómica, desta vez recaindo na conhecida Miquelina, na sede do feliz concelho vizinho.
Depoimento de Felicidade Castro, Abril 2007
Ainda com o objectivo de recolher informações sobre a exploração do volfrâmio, no mesmo mês de Abril de 2007 acompanhámos a Drª Raquel Alves a casa da D.Felicidade Castro, conhecida por "Dades", entretanto falecida e a cuja memória prestamos homenagem. Este e outros depoimentos sobre a "febre do volfrâmio" que assolou Vilar de Mouros, como outras freguesias por todo o país, em meados do século XX, viriam a contribuir decisivamente para o sucesso da tese de mestrado defendida na Universidade do Minho por esta investigadora — Modelos de Equilíbrio Património/Potencialidade na Valorização de Depósitos Minerais Sub-Económicos-Aplicação ao Ordenamento do Território (Raquel Maria Cepeda Alves, 2007) — que, com as devidas adaptações contextuais e necessários apoios, esperamos ainda vir a publicar num próximo Caderno do Património Vilarmourense.
Depoimento de Adão Silva e Maria do Céu Palma, Março 2006-Abril 2007
Em plena preparação do trabalho sobre os ferreiros, o GEPPAV foi abordado por uma investigadora da área da geologia interessada na exploração do volfrâmio na freguesia na primeira metade do século XX. Foi pois com esse propósito específico que, em Abril de 2007, acompanhámos a Drª Raquel Alves a casa do Sr.Adão Silva e da D.Maria do Céu Palma para aí recolher o seu depoimento, um casal que o GEPPAV já tinha antes entrevistado, em Março de 2006, com propósitos mais gerais sobre vários aspectos da história vilarmourense.
Depoimento de Rosa Cavada, Fevereiro 2007
Concluindo os depoimentos específicos sobre os ferreiros da freguesia, o GEPPAV ouviu em Fevereiro de 2007 a D.Rosa dos Reis Cavada, filha de José Manuel Cavada (1897-1980), que amavelmente nos forneceu informações sobre o seu pai, disponibilizando ainda para digitalização um precioso caderno de apontamentos familiares.
Depoimento de Ângelo Torres, Fevereiro 2007
Retomando a série de entrevistas a ferreiros vilarmourenses ou que tenham trabalhado na freguesia, em Fevereiro de 2007 foi recolhido o depoimento de Ângelo Sousa Torres que nasceu no seio da dinastia Torres — a fotografia foi tirada à porta da oficina familiar — também ela oriunda, pelo menos, do século XVIII. Outra entrevista depois transcrita no primeiro número do Cadernos do Património Vilarmourense.
Terceiro aniversário do GEPPAV, Janeiro 2007
Interrompendo por momentos as entrevistas a antigos ferreiros mas não perdendo de vista o património da freguesia ligado ao trabalho dos metais, o GEPPAV foi comemorar o seu terceiro aniversário a Guimarães. Começada a jornada com uma visita à Sociedade Martins Sarmento — onde se encontra depositado um importante espólio arqueológico do concelho e da freguesia de Vilar de Mouros, como os proto-históricos machados de bronze por aqui encontrados desde finais do século XIX —, seguiu-se a habitual pesquisa gastronómica.
Depoimento de Eduardo Gomes, Setembro 2006
Na sequência de entrevistas sobre o ofício de ferreiro, seguiu-se o Sr. Eduardo Augusto Gomes que, apesar de não ser vilarmourense, veio muito jovem trabalhar para a Oficina Fontes. Um depoimento importante, depois transcrito no primeiro número dos Cadernos do Património Vilarmourense, mais um valioso testemunho salvaguardado que sobrevive ao seu autor, entretanto falecido, a cuja memória prestamos homenagem.
Depoimento de António Fontes "Totas", Setembro 2006
No regresso ao trabalho, em Setembro de 2006, o GEPPAV começou a centrar os seus esforços ha história dos ferreiros e serralheiros de Vilar de Mouros, um ofício tradicionalmente associado à freguesia mas de cujas origens pouco se sabia. Dando os primeiros passos na preparação do que viria a ser, mais de um ano depois, o primeiro número dos Cadernos do Património Vilarmourense, foi recolhido o depoimento de António José Gonçalves Fontes Rocha, por todos conhecido por "Totas" — entretanto falecido e que aqui recordamos com saudade —, o último ferreiro de uma dinastia familiar iniciada, no mínimo, duzentos anos antes, como se viria a apurar pela documentação.
Visita a Santa Tegra e A Guarda, Julho 2006
Antes de uma merecida interrupção das actividades em Agosto, o GEPPAV deslocou-se em Julho de 2006 ao castro — e museu — de Santa Tegra, fronteiros a Caminha, cujo estado de conservação (apesar de opções discutíveis) contrasta com o que acontece do lado de cá. Seguiu-se uma pesquisa gastronómica às tapas de A Guarda...
Percorrendo o Rego do Viso, Junho 2006
Entre as mais gratificantes jornadas do GEPPAV, contar-se-á sempre certamente a caminhada pelo Rego do Viso, um canal de pedra com cerca de dez quilómetros que outrora conduzia a água desde a Serra de Arga até ao alto da Gávea, em Vilar de Mouros, onde a força da gravidade a fazia cair encosta abaixo fazendo mover os Moinhos do Viso. Uma espantosa e grandiosa obra de engenharia edificada entre meados do séc. XVII e as primeiras décadas da centúria seguinte e que funcionou até aos anos trinta do século XX. Desde aí abandonado, o Rego do Viso encontra-se na actualidade em ruínas ou obstruído, restando o registo fotográfico efectuado em dois aventurosos e quentes fins-de-semana de Junho de 2006.
Defesa do património de Vilar de Mouros em visita, Maio 2006
Em mais uma etapa da defesa e preservação do património da freguesia, a visita do arqueólogo Cláudio Torres em Maio de 2006 foi aproveitada pelo GEPPAV para denunciar o mau estado de conservação de dois sítios patrimoniais da maior importância, a ponte medieval e a "calçada das telheiras", esta última semi-destruída pela passagem de veículos de apoio às eternas obras das Águas de Minho e Lima (na imagem).
Fontes e Fontanários de Vilar de Mouros, Abril 2006
Culminando um trabalho começado um ano antes, inventariando, fotografando e até limpando, quando foi preciso, as fontes e fontanários da freguesia — na imagem, a Fonte da Aveleira —, em Abril de 2006 o GEPPAV entregou à Junta e Assembleia de Freguesia de Vilar de Mouros um dossiê completo sobre o assunto. Como objectivos, visava-se (1) a preservação destes elementos constituintes do património natural e arquitectónico, numa época de rápida desintegração da cultura material e da memória histórica da ruralidade que durante séculos constituiu o carácter da freguesia e dos seus habitantes; (2) a recuperação da sua função primordial, a de um abastecimento universal de água de qualidade, num momento em que a escassez, o alto preço e, por vezes, até a fraca qualidade da água canalizada, volta a tornar pertinente o aproveitamento das muitas e ricas nascentes de boa água que a natureza nos pôs à disposição, salvaguardando obviamente o indispensável controlo higiénico-sanitário.
Digitalização das Actas da Junta de Freguesia, Abril 2006
Uma das tarefas mais importantes do GEPPAV é digitalizar documentos do passado, quantas vezes em mau estado de conservação, que desse modo ficam preservados e arquivados. Em troca da cedência para esse trabalho, as pessoas ou entidades proprietárias da documentação, recebem uma cópia digital da mesma. Foi o que aconteceu com as Actas da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, uma actividade que decorreu sobretudo em Abril de 2006.
Depoimento de Joaquim Barros, Fevereiro 2006
Uma das mais interessantes entrevistas do GEPPAV foi realizada em Fevereiro de 2006 ao Sr. Joaquim Barros — Joaquim "Padeiro" — que entretanto faleceu e a cuja memória prestamos homenagem. Não se perdeu assim o testemunho de vida deste lanhelense que veio ainda jovem abrir uma padaria em Vilar de Mouros, aqui criando uma numerosa família e nunca baixando a cabeça perante os poderes instituídos mesmo antes do 25 de Abril.
Depoimento de Mário Pontes, Janeiro 2006
Um depoimento recolhido mas ainda não publicado é o do Sr. Mário Pontes, antigo encadernador, que recebeu amavelmente o GEPPAV em sua casa no final de Janeiro de 2006.
Depoimento de João Violante, Janeiro 2006
Outro importante depoimento mais tarde transcrito, em parte, no caderno "Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses", foi o do Sr.João Sebastião Gonçalves "Violante", recolhido em sua casa em Janeiro de 2006.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Segundo aniversário do GEPPAV, Janeiro 2006
Em Janeiro de 2006 tinham apenas passado dois anos desde a fundação mas, apesar de pouco se ter ainda visto publicamente, muito trabalho se havia realizado, reunindo semanalmente aos sábados de manhã e trabalhando sempre que a disponibilidade de tempo o permitia. Foi pois merecido o almoço de comemoração no Porto, depois de uma frustrada visita à Biblioteca Pública Municipal já que a sala de leitura geral estava então sempre fechada aos sábados. O GEPPAV pediu então o Livro de Reclamações e quem sabe se essa acção de justo protesto não acabaria por contribuir para a efectiva mudança de horários que pouco depois se operou naquela instituição, passando a também abrir essa sala aos sábados!
Exposição GEPPAV, Novembro 2005
Em Novembro de 2005, aproveitando a passagem dos 70 anos do CIRV, o GEPPAV dinamizou na sede da associação um encontro com alguns dos sócios mais antigos, ali patenteando uma pequena exposição sobre a sua actividade (então com menos de dois anos) que depois percorreria diversos locais da freguesia (Igreja, cafés, mercearias) procurando sensibilizar os vilarmourenses para a importância de contribuírem com a prestação de depoimentos e a cedência de documentos para digitalização, ajudando a construir e a preservar a história de Vilar de Mouros.
Depoimento de João Laerte, Novembro 2005
Um dos mais importantes depoimentos que contribuiriam quatro anos depois para a edição do caderno "Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses", e aí em grande parte transcrito, foi o do Sr.João Laerte Fife, recolhido em sua casa em Novembro de 2005.
Inventariação do património, Outubro 2005
Uma das tarefas que o GEPPAV tem levado a cabo desde o início é a sistemática inventariação do património da freguesia, um empreendimento que começou com o património religioso (cruzeiros, alminhas) e tem prosseguido desde então alargado a outros elementos patrimoniais.
Alerta sobre as obras das AML, Setembro 2005
Não descurando a atenção relativamente à defesa do património natural da freguesia, o GEPPAV fez em Setembro de 2005 um público alerta sobre as obras que a empresa Águas do Minho e Lima estavam a levar a cabo na zona das Azenhas. Conjugando esforços com a Junta de Freguesia, foi possível desde então minimizar alguns (não todos infelizmente) dos impactos negativos de uma obra pública que se veio a revelar mal planeada e pior executada e que, por incrível que pareça, ainda não está terminada neste início de 2010! Comunicado GEPPAV sobre obra AML
Depoimento de João Azevedo, Fevereiro 2005 / Abril 2008
Em Fevereiro de 2005, o GEPPAV registou o primeiro depoimento do Sr.João Azevedo — muito centrado na história do CIRV —, completando o seu importante testemunho com uma entrevista de fundo em Abril de 2008, transcrita em grande parte no caderno "Dos Caiadores...".
Denúncia da destruição dos Moinhos do Viso, Fevereiro 2005
Um dos objectivos prosseguidos pelo GEPPAV desde o seu aparecimento, para além do estudo e da divulgação da história de Vilar de Mouros, é a defesa e preservação do património da freguesia. Foi esse o propósito que nos moveu em Fevereiro de 2005 quando denunciámos publicamente com um comunicado a destruição iminente do conjunto patrimonial dos Moinhos do Viso, um valioso conjunto de doze engenhos que, encosta abaixo do monte da Gávea, esteve em funcionamento até aos anos trinta do século XX após o que entrou em progressiva ruína. Infelizmente, os interesses da construtora da auto-estrada e a ausência de apoio por parte das autoridades municipais, provocaram a perda irreparável daquele que poderia ser hoje um dos principais motivos de atracção da freguesia e do concelho de Caminha. Comunicado GEPPAV Moinhos do Viso
Depoimento de António Neves, Fevereiro 2005
O depoimento (e a recolha de documentos) do Sr.António Pereira Neves, com quem o GEPPAV conversou em Fevereiro de 2005, foi muito centrado na história do CIRV, associação a que o nosso entrevistado esteve ligado desde muito jovem na esteira do seu pai, um dos fundadores da associação.
Depoimento de Abel Ranhada, Outubro 2004
O Sr. Abel Ranhada recebeu em sua casa o GEPPAV em Outubro de 2004, daí resultando um interessante depoimento que, infelizmente, foi afectado por alguns problemas na recolha do som, perdendo-se alguma informação recolhida.
Depoimento e diário de Armando Pontes, Outubro 2004
Na ocasião de uma conversa em sua casa com o Sr.Armando Pontes, o GEPPAV foi surpreendido por um seu Diário com registos de acontecimentos da freguesia e do concelho desde os anos trinta do século XX, um raro testemunho escrito que nos foi de imediato disponibilizado, justificando os nossos profundos agradecimentos.
Depoimento de Manuel Ranhada, Maio 2004
Também o Sr. Manuel Ranhada, a cuja memória também prestamos homenagem, faleceu recentemente. Contudo, não se perdeu o seu testemunho de vida, recolhido pelo GEPPAV em Maio de 2004, particularmente valioso sobre os costumes e as vivências da agricultura e da prática religiosa.
Depoimento de Joaquim Gonçalves "Passarinho", Abril 2004
O GEPPAV entrevistou o Sr.Joaquim Gonçalves, por alcunha familiar "Passarinho", em Abril de 2004. Grande parte desse depoimento foi publicado no caderno "Dos Caiadores aos Estucadores e Maquetistas Vilarmourenses", evidenciando a riqueza e a vivacidade do seu testemunho, ainda mais precioso depois do seu recente falecimento.
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